Like you never see me again…

Sexta comprei um novo CD da Alicia Keys e como sempre as músicas são perfeitas. Veja umas das que eu mais gostei no álbum: Like you never see me again

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Aos que bebem…

… e dirigem. Por favor leiam isto.

Sei que parece tentador, aquele copo de cerveja estalando de gelado no fim de uma tarde sexta feira, mas beber e dirigir não é uma combinação legal, ainda mais que existem outros irresponsáveis que fazem o mesmo.

Nesse carnaval evite beber e dirigir. Evite com que eu tenha que ir no seu funeral!!! Assistam o vídeo abaixo:

 

Você pode pensar: “Isso nunca vai acontecer comigo”. Ou então “Nossa o André é um idiota falando isso!”. Tenho vários amigos que bebem e dirigem, sempre reclamo disso, prefiro passar como o cara chato agora, do que como o cara certo depois que alguma merda ocorrer…

Geração Y

We All Want to Be Young (leg) from box1824 on Vimeo.

Créditos do filme para o Box1846 e da imagem ao Corbis

Leucemia

Resolvi escrever sobre este post falando sobre este assunto, pois eu não sabia ao certo o que significava essa doença. Desde a novela Mulheres Apaixonadas, onde a Caroline Dickieman fez um papel onde o personagem tinha Leucemia.

Leucemia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O termo leucemia (do grego leukos λευκός, “branco”; aima αίμα, “sangue”) corresponde a um conjunto de neoplasias malignas (cancro/câncer) que atingem o sangue e possuem origem na medula óssea.

Podemos classificá-las em:

  • Leucemias Agudas – aquelas de início e evolução rápidos
  • Leucemias Crônicas – aquelas em que a instalação é insidiosa

Podemos, ainda, classificá-las segundo a linhagem celular comprometida:

  • Leucemias Linfóides – comprometimento da linhagem linfóide
  • Leucemias Mielóides – comprometimento da linhagem mielóide

(mais…)

Estágio do espelho

Lacan

Sua primeira intervenção na psicanálise é para situar o Eu como instância de desconhecimento, de ilusão, de alienação, sede do narcisismo. É o momento do Estádio do Espelho. [1] O Eu é situado no registro do Imaginário, juntamente com fenômenos como amor, ódio, agressividade. É o lugar das identificações e das relações duais. Distingue-se do Sujeito do Inconsciente, instância simbólica. Lacan reafirma, então, a divisão do sujeito, pois o Inconsciente seria autônomo com relação ao Eu. E é no registro do Inconsciente que deveríamos situar a ação da psicanálise.

Esse registro é o do Simbólico, é o campo da linguagem, do significante. Lévi-Strauss afirmava que “os símbolos são mais reais que aquilo que simbolizam, o significante precede e determina o significado”, no que é seguido por Lacan. Marca-se aqui a autonomia da função simbólica. Este é o Grande Outro que antecede o sujeito, que só se constitui através deste – “o inconsciente é o discurso do Outro”, “o desejo é o desejo do Outro”.

O campo de ação da psicanálise situa-se então na fala, onde o inconsciente se manifesta, através de atos falhos, esquecimentos, chistes e de relatos de sonhos, enfim, naqueles fenômenos que Lacan nomeia como “formações do inconsciente”. A isto se refere o aforismo lacaniano “o inconsciente é estruturado como uma linguagem”.

O Simbólico é o registro em que se marca a ligação do Desejo com a Lei e a Falta, através do Complexo de Castração, operador do Complexo de Édipo. Para Lacan, “a lei e o desejo recalcado são uma só e a mesma coisa”. Lacan pensa a lei a partir de Lévi-Strauss, ou seja, da interdição do incesto que possibilita a circulação do maior dos bens simbólicos, as mulheres. O desejo é uma falta-a-ser metaforizada na interdição edipiana, a falta possibilitando a deriva do desejo, desejo enquanto metonímia. Lacan articula neste processo dois grandes conceitos, o Nome-do-Pai e o Falo. Para operar com este campo, cria seus Matemas.

É na década de 1970 que Lacan dará cada vez mais prioridade ao registro do Real. Em sua tópica de três registros, Real, Simbólico e Imaginário, RSI, ao Real cabe aquilo que resiste a simbolização, “o real é o impossível”, “não cessa de não se inscrever”. Seu pensamento sobre o Real deriva primeiramente de três fontes: a ciência do real, de Meyerson, da Heterologia, de Bataille, e do conceito de realidade psíquica, de Freud. O Real toca naquilo que no sujeito é o “improdutivo”, resto inassimilável, sua “parte maldita”, o gozo, já que é “aquilo que não serve para nada”. Na tentativa de fazer a psicanálise operar com este registro, Lacan envereda pela Topologia, pelo Nó Borromeano, revalorizando a escrita, constrói uma Lógica da Sexuação (“não há relação sexual”, “A Mulher não existe”). Se grande parte de sua obra foi marcada pelo signo de um retorno a Freud, Lacan considera o Real, junto com o Objeto a (“objeto ausente”), suas criações.

Quando eu estava no 2° ano do ensino médio, fiz uma apresentação sobre alienação entre os jovens. Como sempre tive uma facilidade pra psicologia achei nas teorias de Lacan (como visto acima) a explicação perfeita para uma alienação em uma pessoa.

A criança quando começa a falar e ter uma básica consciência, ela refere-se a si mesma em terceira pessoa: “João quer água”. Isto identifica o que Lacan descreve como Instância de Desconhecimento. Somente quando o ser disciplinador (na maioria das vezes a mãe ou um ser feminino) começa a identifica-lo como um ser próprio: “Eu quero água”, a criança começa a ter conhecimento do seu Eu e inicia a construção de sua consciência.

Exemplos práticos dessa teoria foi um casal de cientistas e psicanalistas (se não me engano) pegaram o filhote de um chimpanzé e o criaram junto a uma criança recém-nascida tratando-o como uma criança (essa experiência é um absurdo, mas “tudo pelo bem da ciência”). O resultado dessa experiência foi que o chimpanzé (que compartilha 96% do DNA humano) começou a agir com uma criança normal (dependente de alimentação, higiene, etc). Claro que esta similaridade parou a partir do momento que a criança começou a falar e o chimpanzé não (nisso eles “devolveram” o chimpanzé para a natureza).

Enfim, a caracterização inicial da personalidade começa com um ser disciplinador. Isto não somente quando somos bebês, mas em qualquer época de nossa vida ou lugar onde encontramos um ser “disciplinador” e começamos a adicionar em nossa personalidade aquilo que nos é ensinado (a famosa alienação).

Utopia da Eterna Juventude

O culto à beleza e à juventude é sem dúvida uma marca do nosso tempo. A corrida em busca da perfeição estética foi bastante acelerada pela tecnologia. E a decadência do corpo é adiada por métodos cada vez mais sofisticados. Parece que desaprendemos como envelhecer.

O Café Filosófico CPFL convidou o sociólogo e jornalista Marcelo Coelho para falar sobre o significado de nossa procura incansável pela fonte da eterna juventude.

Palestra de Marcelo Coelho no programa Café Filosófico CPFL gravada no dia 19 de junho, em Campinas.

Evento do módulo Os fantasmas da perfeição.

Veja o vídeo na íntegra em:

CPFL Cultura

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